É fato que uma grande missão dos departamentos de RH é recrutar jovens talentos que possam ser lapidados em suas corporações para fazerem carreira duradoura. Este tipo de recrutamento se mescla entre programas de trainee, estágios e vagas efetivas.

Todavia, é visível que tanto escola como empresa tem campos transformados pela evolução tecnológica, mas tal evolução não caminha paralelamente com o desenvolvimento do lado humano desses jovens.

As empresas precisam de profissionais criativos, empreendedores, comprometidos, que vivam a fórmula da persistência diante das dificuldades de um novo ambiente. Mas tais características são muito profundas para serem aprendidas na escola ou na universidade, onde o conhecimento técnico é desenvolvido e aprimorado, mas os valores humanos são bagagens cuidadosamente polidas desde o berço familiar.

Esta lacuna entre a escola e a empresa é cada vez mais eminente e dificulta o trabalho dos recrutadores que possuem vagas para diversos perfis, mas todos com a essência do valor do talento humano.

Assim, é certo que nenhum negócio prospera sem pessoas altamente preparadas e isto inclui a postura, a assertividade na tomada de decisão e a maturidade. Todas estas características demonstram a inteligência emocional, desejada para maioria das vagas que continuam abertas esperando profissionais que a possuam em compatibilidade com sua especialidade acadêmica.

Cada vez mais podemos afirmar que a hora e a vez do jovem talento chegaram, mas quando virão as habilidades humanas não cognitivas como resiliência, autonomia, pensamento global num mesmo profissional capaz de se desenvolver continuamente como capital humano?

Com a missão de criar prática de atração e retenção desses jovens prodígios, algumas empresas escolhem investir em seus próprios programas de desenvolvimento interno, buscando promover ações que sejam capazes de acompanhar a evolução profissional destes jovens e, ao mesmo tempo, direcioná-los para uma nova etapa de amadurecimento e preparo pessoal, facilitando sua transição para a jornada corporativa e garantindo sua permanência na organização.

 

Sua empresa investe em jovens talentos?

Conte-nos suas experiências com os talentos que ingressaram ainda muitos novos em sua organização e como sua empresa apoiou seu desenvolvimento.