Uma nova fase da evolução da tecnologia está em andamento. Essa etapa se destaca pela conexão direta dos meios digitais com eletrônicos, indústria e ainda meios de transporte, permitindo e requisitando ferramentas automatizadoras para fábricas e o aperfeiçoamento de sistemas ciber-físicos para que ocorra a interatividade entre homem e máquina.

Esse novo perfil industrial, o profissional 4.0, participa de um sistema globalizado de redes de computadores que está se tornando muito mais fundamental em termos mundiais, modificando a postura dos funcionários sem determinadas habilitações. Estes devem começar a procurar novas funcionalidades tecnológicas para que possam fazer parte desse novo cenário do mercado de trabalho.

As áreas profissionais, especialmente a indústria, estão cada vez mais modernas, objetivando redução de tempo e lucratividade. As máquinas e ferramentas comuns estão sendo substituídas por aparelhagens de maior complexidade, demandando habilidades que não eram tão cobradas anteriormente.

 

Perfil do profissional 4.0

O perfil deste novo profissional deve estar caminhado junto das competências digitais. Entender de informática, questões matemáticas, tecnologia da informação e robótica são assuntos imprescindíveis para o currículo do profissional 4.0.

Muitos setores estão investindo em tecnologias de inteligências artificiais, implementando metodologias automatizadas e acrescentando aos seus negócios a utilização de robôs. É importante ressaltar que, embora a robótica esteja aumentando os lucros e auxiliando empresas, a mão-de-obra em linhas industriais não estão sendo extintas.

Não há como substituir o profissional que sente e reage de acordo com aquilo que está sendo submetido, sabendo lidar frente a todas as adversidades. Os robôs tendem a facilitar o trabalho desses profissionais. Além disso, ferramentas e máquinas que tendem a estragar, causando dificuldades aos estabelecimentos, serão substituídas por equipamentos preventivos, que disponibilizam avisos sobre critérios necessários ou defeitos. Dessa maneira, este novo profissional deverá promover o atendimento dessas novas tecnologias.

Outro fator de extrema importância é que o profissional 4.0 seja capaz de analisar dados, de forma principal, em relação a utilização do Big Data, metodologia muito difundida na América do Norte. Esse sistema consegue disponibilizar um amplo quantitativo de dados correspondentes a transações do comércio, redes sociais e informativos referentes a sensores ou estatísticas repassadas de máquinas.

Tanto a indústria quanto o profissional 4.0 deverão ser caracterizados pela flexibilidade. Adquirir ferramentas e mecanismos de manutenção preventiva tende a produzir demandas nas empresas e produções em qualquer prazo diário, tornando necessário o serviço ao longo das madrugadas também. De outra maneira, a Internet se destacará por seu teor fácil de interagir entre o mundo físico e o tecnológico, possibilitando ao profissional a realização de suas atividades em casa.

A competência de tecnicidade do profissional 4.0 acontecerá, em primeiro momento, nas indústrias, com a instalação de cargos de manufatura. O resultado serão custos reduzidos e muito mais tempo de produção e de aprimoramento do profissional. Esses locais deverão possibilitar capacitações para o empregado, de modo a favorecer os procedimentos, observando a tecnologia que será requisitada para tal.

O profissional 4.0 deve seguir sendo um destaque por diversas características, procurando sempre estar capacitado e a par de inovações e necessidades das empresas. Dentre elas, as qualidades desse novo profissional, compreendem:

  • Olhar técnico: é, geralmente, formado em áreas de engenharias como computação, mecatrônica e ainda consegue compreender questões tecnológicas estando a par de todas as facilidades e habilidades digitais.
  • Multidisciplinaridade: sabe um pouco de tudo e sempre se especializa em diferentes vertentes para corresponder às exigências da indústria, buscando aperfeiçoamento de técnicas necessárias para aumentar os lucros e vantagens da empresa.
  • Postura colaborativa: tem boa relação com os colegas, e é destaque também no relacionamento virtual a ser submetido nos casos de situações digitais.
  • Fluência em outros idiomas: compreende e fala idiomas requisitados para saber lidar com diversos produtos importados, livros e pessoas de outros países. Na era da informação, o inglês, por exemplo, tornou-se uma língua globalizada, de modo a diminuir as distâncias e facilitar o contato mundial.
  • Senso de criticidade: tem capacidade analítica para compreender e analisar dados a partir de resultados de aplicativos e máquinas, em tempo real. Essa atividade será muito cobrada pela indústria 4.0.
  • Flexibilidade – consegue se adaptar a novas atividades e aprende, de modo fácil, os procedimentos tecnológicos e a como lidar com equipamentos, suportes e ferramentas de interconexão.